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Melhor para o Brasil: a Espanha chega exausta à final. E o Mercado da Bola

O jogo mais esperado entre seleções nos últimos cinco anos, finalmente, será disputado. Na Copa das Confederações de 2009 na África do Sul, os EUA tiraram a Espanha da final contra o Brasil de Dunga. No ano seguinte, na Copa do mundo, na mesma África, foi a vez da Holanda eliminar a seleção brasileira e mais uma vez, o tão esperado duelo entre Brasil e Espanha foi adiado. Agora não tem conversa. Domingo no Maracanã, a prova de fogo será dada. No Castelão , os italianos tentaram e quase desbancaram os espanhóis da finalíssima. O principal quesito do futebol espanhol, a posse de bola, por pouco não foi igualado pelos italianos: 46% contra 54%. A Itália segurou a Espanha com forte marcação. Assim, o time de Del Bosque falhou mais na troca de passes. Iniesta, bem marcado, errou mais do que, normalmente, erra. Esta é uma lição importante para a seleção de Felipão. Ao atrapalhar as ações do craque Iniesta, os italianos impediram a criação de jogadas mais perigosas. O Brasil pode ...

Só falta uma!

A Copa das Confederações de Luiz Felipe Scolari acaba nesta quarta-feira. Se vencer o Uruguai em Belo Horizonte, Felipão é campeão. Chegar à final da competição disputada em casa já pode ser considerada uma tremenda vitória para o treinador. Mesmo que perca no domingo para a Espanha, a etapa do trabalho estaria cumprida. Para entender o raciocínio é preciso rebobinar o filme e voltar dois meses. Felipão tinha uma ideia de time, mas o time era um deserto de ideias. O Brasil não ganhava de ninguém. Talvez o jogo simbólico da era Felipão tenha sido o Brasil e Chile em um Mineirão lotado. A Seleção Brasileira foi colocada na roda pelo… Chile! O empate em 2 x 2 contra os chilenos deixou claro que o Brasil estava em uma espécie de terceiro escalão do futebol ao lado de Rússia, França e… Chiles da vida. A campanha na Copa das Confederações elevou o Brasil de patamar. O time ficou mais firme, mais marcador. Consegue, de vez em quando, pressionar a saída de bola adversária. Com a equipe ma...

Balotelli e Adriano, o drama dos goleadores. E o uruguaio Eguren, novo jogador do Palmeiras

Por acaso,  ambos têm o temperamento contestado , embora de  virtudes técnicas aclamadas . Talvez por acaso, os dois,  Adriano e Balotelli  viveram uma segunda-feira dramática,  embora por motivos diferentes: Adriano, o Imperador, viu desfeito o sonho de jogar  no gaúcho Inter, o que compromete a sua volta ao futebol; Balotelli, o melhor atacante italiano  do momento,  viu chegar ao fim o desejo de ajudar a Seleção da Itália  contra a Espanha na Copa das Confederações, cortado por lesão muscular. Esperava-se outro desfecho para o caso Adriano, depois de tanta conversa e holofotes para uma possível volta triunfal. No entanto, em condições físicas (não se falou no tendão de Aquiles, que estaria mesmo curado) insuficientes para convencer a diretoria do Inter,  Adriano terá de esperar por outra chance . Isso, se essa nova chance aparecer. O que torna dramática a situação de um jogador de 31 anos. Bem mais jovem,  no auge da car...

Azurra: Brasil e Itália agora duelam pelo primeiro lugar

Foto: Yuri Cortez Não me lembro de uma exibição de Neymar tão perfeita c om a camisa da Seleção Brasileira quanto essa na vitória diante do México, por 2 a 0:  autor de um belo gol logo aos 9 minutos, de canhota e de primeira depois da rebatida do zagueiro mexicano, guardou a melhor parte do show para o final da partida quando, cercado por dois zagueiros, deu uma “caneta” (bola entre as pernas de um dos marcadores) e, com magia, livrou-se dos dois: depois com a serenidade dos craques ofereceu a  Jô  as honras do segundo gol. Enfim,  a síntese do atacante em tarde de perfeição:  dono do poderoso arremate que estufou as redes e endiabrado no seu drible inesperado e letal para os mexicanos, na jogada que consumou a vitória do Brasil. No resto, não foi um jogo fácil. Até que o começo foi bom, mas durante 20 ou 25 minutos o  México  equilibrou a partida e deu até a impressão de que seria o adversário fatalista dos últimos tempos. Foi só impressão. ...

Brasil e México: Um duelo que mudou ao longo do tempo

Brasil e México se enfrentam na tarde desta quarta-feira, no Castelão em Fortaleza, pela segunda rodada do Grupo A da Copa das Confederações. Foi um duelo desigual por muitos anos, com ampla supremacia brasileira. De 1950, no Maracanã, quando jogaram pela primeira vez e o Brasil goleou por 4 a 0 até 1999, ou seja, em praticamente 50 anos, o México só havia saído vencedor por 3 vezes. Oscar e Neymar enfrentaram o México em Wembley (FOTO: Cristiano Andujar Lancepress) Ocorre que a partir de 2001 a realidade mudou bastante. O futebol mexicano evoluiu e passou a enfrentar de igual para igual o brasileiro. É verdade que a maior goleada neste período foi brasileira, por 4 a 0, em 2004, durante a Copa América disputada no Peru. Mas nas duas últimas partidas, ambas em 2012 (a ultima delas a final olímpica em Londres), os mexicanos saíram vencedores. A decisão de Wembley em 11 de agosto de 2012 aconteceu em circunstâncias completamente dif...

O Mercado da Bola. E a insatisfação que o futebol não consegue calar

Quanto ao Mercado da Bola, teríamos: Imagem: Internet 1- Paulinho no Real  Madrid?  Já não bastassem o interesse explícito da  Inter de Milão  e o do  futebol inglês , agora- segundo minha confiável fonte corintiana- estaria  surgindo, firme, o  interesse  do Real Madrid  pelo volante-artilheiro Paulinho. E  com grande vantagem:  O Real pagaria à vista os 20 milhões de euros (cerca de 54 milhões de reais), enquanto a  Inter só quitaria a dívida em quatro ano. O que parece ainda mais claro é que Paulinho não ficará mesmo no Corinthians. 2-    Adriano será do Inter:  a vontade do técnico  Dunga  prevaleceu e a direção do Inter praticamente fechou acordo com o Imperador , que deverá estar em Porto Alegre até sexta-feira. Por outro lado, é bem provável a saída da revelação  Fred  (com intermediação de Assis, irmão de Ronaldinho Gaúcho) para o Exterior, por mais de 40 milhões de reais. ...

Brasil evolui sob o comando de Felipão e consegue vitória tranquila contra o Japão

Na prática Felipão falou durante a semana que os treinamentos da seleção brasileira mostravam que o time tinha evoluído. O confronto diante do Japão confirmou isso. Coletivamente evoluiu. O desempenho foi melhor que diante no confronto diante da França, quando pela primeira vez, desde a saída de Dunga, o sistema defensivo conseguiu dar segurança à equipe. As melhorias Contra os nipônicos, a seleção marcou bem durante quase todo o tempo e ainda agregou virtudes ofensivas. Paulinho participou avançou mais que diante dos franceses. Daniel Alves também. O lateral atacou e não houve problemas de cobertura. O Japão tinha o bom Kagawa para usar o espaço deixado pelo barcelonista. O lateral fez tabelas interessantes com Hulk, que jogou do lado direito do trio criativo do 4-2-3-1 preparado por Felipão. Oscar, centralizado, e Neymar, na direita, inverteram de lado diversas vezes e se movimentaram de maneira inteligente. Entenderam as necessidades do time. Em suma, o entros...