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Azurra: Brasil e Itália agora duelam pelo primeiro lugar

Foto: Yuri Cortez Não me lembro de uma exibição de Neymar tão perfeita c om a camisa da Seleção Brasileira quanto essa na vitória diante do México, por 2 a 0:  autor de um belo gol logo aos 9 minutos, de canhota e de primeira depois da rebatida do zagueiro mexicano, guardou a melhor parte do show para o final da partida quando, cercado por dois zagueiros, deu uma “caneta” (bola entre as pernas de um dos marcadores) e, com magia, livrou-se dos dois: depois com a serenidade dos craques ofereceu a  Jô  as honras do segundo gol. Enfim,  a síntese do atacante em tarde de perfeição:  dono do poderoso arremate que estufou as redes e endiabrado no seu drible inesperado e letal para os mexicanos, na jogada que consumou a vitória do Brasil. No resto, não foi um jogo fácil. Até que o começo foi bom, mas durante 20 ou 25 minutos o  México  equilibrou a partida e deu até a impressão de que seria o adversário fatalista dos últimos tempos. Foi só impressão. ...

Brasil e México: Um duelo que mudou ao longo do tempo

Brasil e México se enfrentam na tarde desta quarta-feira, no Castelão em Fortaleza, pela segunda rodada do Grupo A da Copa das Confederações. Foi um duelo desigual por muitos anos, com ampla supremacia brasileira. De 1950, no Maracanã, quando jogaram pela primeira vez e o Brasil goleou por 4 a 0 até 1999, ou seja, em praticamente 50 anos, o México só havia saído vencedor por 3 vezes. Oscar e Neymar enfrentaram o México em Wembley (FOTO: Cristiano Andujar Lancepress) Ocorre que a partir de 2001 a realidade mudou bastante. O futebol mexicano evoluiu e passou a enfrentar de igual para igual o brasileiro. É verdade que a maior goleada neste período foi brasileira, por 4 a 0, em 2004, durante a Copa América disputada no Peru. Mas nas duas últimas partidas, ambas em 2012 (a ultima delas a final olímpica em Londres), os mexicanos saíram vencedores. A decisão de Wembley em 11 de agosto de 2012 aconteceu em circunstâncias completamente dif...

O Mercado da Bola. E a insatisfação que o futebol não consegue calar

Quanto ao Mercado da Bola, teríamos: Imagem: Internet 1- Paulinho no Real  Madrid?  Já não bastassem o interesse explícito da  Inter de Milão  e o do  futebol inglês , agora- segundo minha confiável fonte corintiana- estaria  surgindo, firme, o  interesse  do Real Madrid  pelo volante-artilheiro Paulinho. E  com grande vantagem:  O Real pagaria à vista os 20 milhões de euros (cerca de 54 milhões de reais), enquanto a  Inter só quitaria a dívida em quatro ano. O que parece ainda mais claro é que Paulinho não ficará mesmo no Corinthians. 2-    Adriano será do Inter:  a vontade do técnico  Dunga  prevaleceu e a direção do Inter praticamente fechou acordo com o Imperador , que deverá estar em Porto Alegre até sexta-feira. Por outro lado, é bem provável a saída da revelação  Fred  (com intermediação de Assis, irmão de Ronaldinho Gaúcho) para o Exterior, por mais de 40 milhões de reais. ...

Brasil evolui sob o comando de Felipão e consegue vitória tranquila contra o Japão

Na prática Felipão falou durante a semana que os treinamentos da seleção brasileira mostravam que o time tinha evoluído. O confronto diante do Japão confirmou isso. Coletivamente evoluiu. O desempenho foi melhor que diante no confronto diante da França, quando pela primeira vez, desde a saída de Dunga, o sistema defensivo conseguiu dar segurança à equipe. As melhorias Contra os nipônicos, a seleção marcou bem durante quase todo o tempo e ainda agregou virtudes ofensivas. Paulinho participou avançou mais que diante dos franceses. Daniel Alves também. O lateral atacou e não houve problemas de cobertura. O Japão tinha o bom Kagawa para usar o espaço deixado pelo barcelonista. O lateral fez tabelas interessantes com Hulk, que jogou do lado direito do trio criativo do 4-2-3-1 preparado por Felipão. Oscar, centralizado, e Neymar, na direita, inverteram de lado diversas vezes e se movimentaram de maneira inteligente. Entenderam as necessidades do time. Em suma, o entros...

Cautela, exagero e esperança no Mercado da Bola

1- A cautela fica por conta de o Inter oficializar a contratação de Adriano, o Imperador, embora já existam contatos e um médico, a serviço do clube gaúcho, já tenha ido ao Rio, na surdina, para atestar a recuperação do centroavante. O mais importante na história já aconteceu: o aval do técnico Dunga, sempre zeloso e preciosista quando se trata de recomendar- ou não- um jogador. E qual a razão de tanta cautela? Elementar; o histórico mais recente de Adriano, que já faz um bom tempo não apresenta um quadro de regularidade em suas atuações. Mas- baseado no que li na Zero Hora gaúcha, acho que desta vez sai negócio. 2- Marcelo “El Loco” Bielsa é o protagonista do exagero: suas incríveis exigências- entre elas a de trabalhar apenas em janeiro do ano que vem- fizeram o Santos praticamente desistir de sua contratação. Já vi muita reviravolta no mundo do futebol e não cravo, ainda, o desfecho deste caso. Mas, ao que tudo indica, o futebol brasileiro ficará privado do trabalho revol...

Seleção encerra tabus e aplica 3 x 0 na França em seu último teste

De uma única vez, a seleção brasileira quebrou dois tabus hoje contra os franceses: venceu uma seleção campeã do mundo depois de quase quatro anos, e voltou a vencer a França depois de 21 anos. Mais importante, entretanto, é o efeito psicológico desta vitória; triunfo pra resgatar a confiança perdida com os insucessos recentes – em seis jogos no ano, o Brasil havia vencido apenas a Bolívia. O feito merece comemoração, porém não deve trazer ilusões. O primeiro tempo da seleção brasileira contra a França não foi bom. Embora o time de Felipão tenha ficado mais tempo com a bola, os franceses eram mais objetivos e chegavam com maior rapidez ao ataque.   A qualidade técnica dos azuis – celestes desta vez – era superior à brasileira. No segundo tempo, o Brasil apresentou um pouco mais de coragem, avançou com mais veemência, e abriu o placar com Oscar, depois de uma roubada de bola de Luis Gustavo, logo no começo da etapa. E sem encantar, chegou ao segundo com Hernanes e ao tercei...
Ao final do jogo, o filósofo popular,  Émerson “Sheik”  definiu assim  a derrota do Corinthians para o Cruzeiro, por 1 a 0  (gol de pênalti de  Dagoberto ), em Sete Lagoas:  “Quem não faz, toma”. E em sua simplicidade, exposta em um velho jargão do futebol, creio que “Sheik” tem razão: afinal,  Pato teve 4 chances de gol no primeiro tempo ,  três  delas  defendidas pelo goleiro Fábio  e a outra, teimosa, passando rente à trave direita mineira. Lances bonitos, sem dúvida; mas sem nenhuma eficiência corintiana. O  Cruzeiro , que no primeiro tempo não criou uma chance de gol sequer, voltou melhor para a segunda etapa. E o  Corinthians  colaborou como adversário, pois se encolheu, deixou de criar chances e apostava só no contra-ataque. Como castigo, levou o gol de  Dagoberto , que aproveitou bem o pênalti cometido por  Fábio Santos  (que foi expulso) no veloz  Élber. Assim, não há o que reclamar....