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Brasil evolui sob o comando de Felipão e consegue vitória tranquila contra o Japão

Na prática Felipão falou durante a semana que os treinamentos da seleção brasileira mostravam que o time tinha evoluído. O confronto diante do Japão confirmou isso. Coletivamente evoluiu. O desempenho foi melhor que diante no confronto diante da França, quando pela primeira vez, desde a saída de Dunga, o sistema defensivo conseguiu dar segurança à equipe. As melhorias Contra os nipônicos, a seleção marcou bem durante quase todo o tempo e ainda agregou virtudes ofensivas. Paulinho participou avançou mais que diante dos franceses. Daniel Alves também. O lateral atacou e não houve problemas de cobertura. O Japão tinha o bom Kagawa para usar o espaço deixado pelo barcelonista. O lateral fez tabelas interessantes com Hulk, que jogou do lado direito do trio criativo do 4-2-3-1 preparado por Felipão. Oscar, centralizado, e Neymar, na direita, inverteram de lado diversas vezes e se movimentaram de maneira inteligente. Entenderam as necessidades do time. Em suma, o entros...

Cautela, exagero e esperança no Mercado da Bola

1- A cautela fica por conta de o Inter oficializar a contratação de Adriano, o Imperador, embora já existam contatos e um médico, a serviço do clube gaúcho, já tenha ido ao Rio, na surdina, para atestar a recuperação do centroavante. O mais importante na história já aconteceu: o aval do técnico Dunga, sempre zeloso e preciosista quando se trata de recomendar- ou não- um jogador. E qual a razão de tanta cautela? Elementar; o histórico mais recente de Adriano, que já faz um bom tempo não apresenta um quadro de regularidade em suas atuações. Mas- baseado no que li na Zero Hora gaúcha, acho que desta vez sai negócio. 2- Marcelo “El Loco” Bielsa é o protagonista do exagero: suas incríveis exigências- entre elas a de trabalhar apenas em janeiro do ano que vem- fizeram o Santos praticamente desistir de sua contratação. Já vi muita reviravolta no mundo do futebol e não cravo, ainda, o desfecho deste caso. Mas, ao que tudo indica, o futebol brasileiro ficará privado do trabalho revol...

Seleção encerra tabus e aplica 3 x 0 na França em seu último teste

De uma única vez, a seleção brasileira quebrou dois tabus hoje contra os franceses: venceu uma seleção campeã do mundo depois de quase quatro anos, e voltou a vencer a França depois de 21 anos. Mais importante, entretanto, é o efeito psicológico desta vitória; triunfo pra resgatar a confiança perdida com os insucessos recentes – em seis jogos no ano, o Brasil havia vencido apenas a Bolívia. O feito merece comemoração, porém não deve trazer ilusões. O primeiro tempo da seleção brasileira contra a França não foi bom. Embora o time de Felipão tenha ficado mais tempo com a bola, os franceses eram mais objetivos e chegavam com maior rapidez ao ataque.   A qualidade técnica dos azuis – celestes desta vez – era superior à brasileira. No segundo tempo, o Brasil apresentou um pouco mais de coragem, avançou com mais veemência, e abriu o placar com Oscar, depois de uma roubada de bola de Luis Gustavo, logo no começo da etapa. E sem encantar, chegou ao segundo com Hernanes e ao tercei...
Ao final do jogo, o filósofo popular,  Émerson “Sheik”  definiu assim  a derrota do Corinthians para o Cruzeiro, por 1 a 0  (gol de pênalti de  Dagoberto ), em Sete Lagoas:  “Quem não faz, toma”. E em sua simplicidade, exposta em um velho jargão do futebol, creio que “Sheik” tem razão: afinal,  Pato teve 4 chances de gol no primeiro tempo ,  três  delas  defendidas pelo goleiro Fábio  e a outra, teimosa, passando rente à trave direita mineira. Lances bonitos, sem dúvida; mas sem nenhuma eficiência corintiana. O  Cruzeiro , que no primeiro tempo não criou uma chance de gol sequer, voltou melhor para a segunda etapa. E o  Corinthians  colaborou como adversário, pois se encolheu, deixou de criar chances e apostava só no contra-ataque. Como castigo, levou o gol de  Dagoberto , que aproveitou bem o pênalti cometido por  Fábio Santos  (que foi expulso) no veloz  Élber. Assim, não há o que reclamar....

O Palmeiras voltou ao G-4. E o Mercado da Bola.

Pode parecer exagero. Mas   se o Palmeiras não tivesse vencido o Avaí , na noite desta terça-feira em Itu,   depois de ter perdido para o   América Mineiro ,   teria como companhia a insegurança . E durante bom tempo. Mas o Palmeiras venceu, por 2 a 1 , e chutou a crise para escanteio. Deu até a impressão que a vitória viria com mais facilidade, pois  Leandro abriu o placar - com um belo chute, de primeira-, logo aos 3 minutos. Só que, depois, em jogada inacreditável,  Marcio Diogo  deixou tudo igual: ele driblou uns cinco jogadores palmeirenses, em jogada digna de um Pelé ou de um Messi, que deveria ter até placa em Itu. Deveria mesmo? Creio que não, pois muitos dos méritos da jogada devem ser creditados a  incapacidade da defesa do Palmeiras   em conter aqueles dribles curtos, incessantes , de quem não é nenhum gênio.·. Bateu o desespero palestrino . Desespero que,  no segundo tempo, foi trocado pela ambição de vencer a partida....

Um time que não aprendeu a vencer

Não foi desta vez. A seleção não vence uma grande seleção há quase quatro anos. A última vitória contra um time de respeito aconteceu em novembro de 2009, contra a Inglaterra, mesma adversária da tarde deste domingo. Até que no primeiro tempo, a seleção de Luis Felipe Scolari deu sinais de que poderia quebrar o tabu. Teve mais de 60% de posse de bola, dominou as ações e criou oportunidades de marcar. Verdade que o time inglês se manteve acovardado, fechado atrás, à espera de um contra-ataque. No segundo tempo, o quadro se repetiu nos primeiros quinze minutos, tempo necessário para que Fred, sempre oportunista, se posicionasse no lugar certo pra pegar o rebote do travessão, após belo arremate de Hernanes. Com a inferioridade no placar, a Inglaterra se posicionou mais à frente, foi pro jogo e não encontrou dificuldades pra empatar e virar com Chamberlain e Rooney – este um golaço. Quando a derrota parecia certa, um lindo chute de primeira de Paulinho, após cruzamento de Luc...

O herói Victor salva o Atlético Mineiro. E o Mercado da Bola: o êxodo está próximo?

Foi dramático e surpreendente: quem esperava uma cômoda vitória do Atlético Mineiro sobre o Tijuana, talvez até levando muito à sério a história de que “caiu no Horto, está morto”, ficou surpreso: o Tijuana só não eliminou o Galo porque o goleiro Victor defendeu um pênalti cobrado por Riascos, aos 48 minutos do segundo tempo. Riascos foi o autor do gol do Tijuana, que saiu na frente, para, depois, o zagueiro Rever empatar, ainda no primeiro tempo. Seria o sinal de um novo show do Galo? Não, não seria. Disputando péssima partida, com os nervos de seus jogadores à flor da pele, o Atlético Mineiro não conseguia furar a retranca dos mexicanos: e, no segundo tempo, quando o Tijuana foi para frente, o Galo se enroscou mais ainda, contando com os milagres de Victor em pelo menos duas oportunidades, culminando com o pênalti defendido com o pé direito quando já haveria mais tempo para a reação. Seja lá como for, esse empate de 1 a 1 (foi 2 a 2 em Tijuana) faz do Atlético Mineiro o único brasi...